Como você acha que é a vida das pessoas mais ricas do mundo? Veja as curiosidades nesse artigo a seguir.

Apesar do luxo, glamour e polêmicas que os rodeia, a vida destas pessoas não gira apenas em torno disso. Elas ficam felizes com o que nos faz feliz e tristes com o que nos entristece.

Seus sonhos, desejos e valores vão muito além do que têm na conta bancária e você verá que tirando dinheiro, no fundo, bem no fundo, até que as suas vidas são bem parecidas com as nossas.

Portanto, continue lendo este artigo e conheça algumas coisas interessantes que você não sabe sobre os homens mais ricos do mundo.

E prepare-se para conhecer o outro lado mais humano das pessoas que controlam a riqueza mundial e inspire-se.

Veja curiosidades sobre as seguintes áreas, na vida dos endinheirados:

  • Esportes
  • Coleções
  • Caridade
  • Simplicidade
  • Política
  • Início de investimentos
  • Aposentadoria
  • Anonimato
  • Crimes
  • Uso de aparelhos tecnológicos
  • Religião

Gostam de praticar esportes

Sim, o gosto por esportes é bem popular entre a classe dos multimilionários. E não estamos falando de comprar clubes para aumentar a fortuna, mas sim de gostar de esportes como hobby.

Por exemplo, Robson Walton da cadeia Wal-Mart ama competir em corridas de carros antigos, incluindo as Corridas Históricas de Automóveis de Monterey.

Outro ricaço que é apaixonado por esportes é o empresário Larry Elison que possui uma fortuna de 58,5 bilhões de dólares.

Elison levou a sua paixão pelo ténis a outro nível ao tornar-se dono de um torneio de tênis chamado Masters 1000 de Indian Wells na Califórnia. Elison faz também surf, ciclismo de montanha e navegação.

Gostar de esportes não é só para gringos ricos. Jorge Paulo Lemann, o homem mais rico do Brasil, ama uma boa partida de tênis, tanto que é pentacampeão da modalidade no Brasil.

Ganhou também campeonatos na Áustria, Espanha e Itália nas categorias dos 45-50 e 50-55 anos.

Mas não é o único brasileiro da lista. Xandinho Negrão é o jovem herdeiro de uma fortuna bilionária que é piloto de carros da Stock Car.

O Príncipe do Qatar, Nasser Al-Attiyah é outro que não pode ficar fora desta lista. Ele pilota carros de corrida e é bicampeão do Rally Dakar.

Além disso, também pratica tiro esportivo e ao prato, modalidades que o levaram a representar a sua nação nas Olimpíadas, tendo ganho uma medalha de bronze nos jogos Olímpicos de Londres.

Outro membro da realeza que também chegou a participar nas Olimpíadas por causa da sua paixão pelo esporte é Saeed Almaktoum, do Kuwait.

Seu esporte de eleição é a caça, que já pratica desde bem jovem, e nos Jogos Olímpicos de Atenas, tornou-se no primeiro do seu país a levar uma medalha de ouro para casa.

Possuem coleções exóticas

“Exótico” é uma palavra que combina bem com os ricos. Afinal, é necessário ter muito dinheiro para bancar certos gostos que vão para lá do comum.

Por isso, não é raro encontrar ricos que colecionam as coisas que mais gostam, mesmo que custem uma fortuna.

Um bom exemplo disso é o bilionário francês François Pinault. O empresário é um excelente apreciador de arte e por isso, possui uma coleção luxuosa de 3 mil peças de arte.

Alice Walton, da cadeia de lojas Walmart, possui também uma coleção de arte de cerca de centenas de milhões de dólares.

Warren é o maior colecionador privado de esculturas do francês Rodin, só perdendo para o museu que leva o nome do próprio escultor.

E para que o público pudesse apreciar a sua incrível coleção, construiu um museu que dedicou a à sua falecida esposa Soumaya, que inclusive é o nome do museu.

Hamad bin Hamdan al Nahyan não coleciona artes. Ele tem uma coleção de 200 carros pintados com as cores do arco-íris.

Mas não é só a arte de luxo e carros que despertam o lado colecionador dos homens mais ricos do mundo. Alguns colecionam coisas que até nós, meros mortais, podemos adquirir com os nossos trocados.

Prova disso é o multimilionário Tuncay Ozilhan. O criador da cerveja Efes, que faz o maior sucesso na Turquia, e dono de 50% das ações da Coca-Cola do seu país, tem uma coleção de mais de 3.000 canetas.

Se acha que colecionar canetas não é assim tão chique, vai cair para trás com os gostos do bilionário francês Vincent Bollore.

Por ser apaixonado por histórias em quadrinhos, ele reuniu uma enorme coleção de mais de 1.000 revistas do tipo.

São caridosos

Sim, eles não guardam os seus milhões apenas para si. Todos os anos, doam milhões de dólares para obras de caridade e para pesquisas científicas. Vejamos alguns exemplos:

  • Phil Knight, cofundador da Nike, fez doações para instituições de ensino, apoia o OHSU Câncer Institute e a Catlin Gabel School.
  • Sergey Brim, o cofundador da Google, já doou mais de 50 milhões de dólares para pesquisas sobre a Doença de Parkinson.
  • Warren Buffet é conhecido por ter feito a maior doação da história de cerca de 30 bilhões de dólares, incluindo a Fundação Bill e Melinda Gates.
  • Ele também tem uma fundação própria que é financiada pela sua fortuna e a da sua falecida esposa pela quantia de 2,6 bilhões de dólares.
  • Chuck Feeney, fundador da rede de lojas Duty Free, criou a ONG Altlantic Philantropies com 99% de toda a sua fortuna que luta para assegurar os direitos humanos e progressos na saúde.

Porém, não sendo suficiente, ainda doou mais de 7 milhões de dólares para outras obras de caridade. Após a sua morte, o resto da sua fortuna deve ser doado também.

E seu exemplo, inspirou Bill Gates, que já foi por anos consecutivos o homem mais rico, a ser o maior filantropo da atualidade.

Junto com a sua esposa, criou em 2000 a maior instituição de caridade do mundo, a Fundação Bill e Melinda Gates. Além disso, pretendem deixar apenas aos seus filhos 10 milhões de dólares para cada um.

Responsável pela iniciativa Giving a Pledge, Bill está “recrutando” outros ricos para doarem uma quantia significativa de suas fortunas para a caridade.

Interessam-se pela política

Política e poder financeiro andam de mãos dadas, e onde alguns dos homens mais ricos do mundo dedicam uma parte, se não toda, do seu tempo e dinheiro.

Jack Ma, o homem mais rico da China e fundador do império de tecnologia Alibaba, está filiado ao Partido Comunista. E não é o único. Os bilionários Xu Jiayin e Wang Jianlin, também são membros do partido.

Outros vão além de ser membro de um partido político. Nicolas Berggruen, por exemplo, escreveu junto com Nathan Gardels um livro sobre governação política.

O livro denominado Governação Inteligente para o Século XXI: Uma Via Intermédia Entre Ocidente e Oriente, foi classificado como um dos melhores livros de 2012 pelo Financial Times.

E não ficou apenas em escrever livros. Ele fundou o Instituto Nicolas Berggruen focado na melhoria da governação política global.

Foi através de Nicolas Berggruen, que foram lançados dois projetos ligados à Europa e aos Estados Unidos da América.

Não podemos falar de homens mais ricos do mundo ligados à política, sem falar de Donald Trump. Membro do partido republicano, atualmente é o presidente dos Estados Unidos da América.

Outro bilionário norte-americano que também está ligado à política é David Koch tanto que já se candidatou para ser vice-presidente do país no início da década de 80.

E claro, sem esquecer o “Mike” Bloomberg que desde o ano 2000, ingressou na vida política. Não se contentou em estar apenas filiado à um partido.

Mike, foi mais além e tornou-se prefeito de Nova York por 12 anos, exercendo 3 mandatos. Recebia apenas 1 dólar de salário simbólico, pois ele mesmo bancava os gastos que fazia.

Prestam contas à justiça

É comum o pensamento de que os homens mais ricos do mundo jamais terão de prestar contas com a justiça, mas não é bem assim.

Veja, a seguir, quem são os bilionários que já tiveram problemas com a por terem infringido a lei:

  • Alice, já foi presa por dirigir alcoolizada em 2011.
  • O bilionário Silvio Berlusconi foi condenado a uma pena de sete anos de prisão pela tentativa de encobrir o pagamento que fez à uma prostituta menor de idade em troca de sexo.
  • Hans Kristian Rausing, herdeiro do império de embalagens Tetra Pak, foi preso por ter escondido durante cerca de 60 dias o cadáver de sua esposa.
  • E por fim, Robert Durst, já foi preso por ter admitido em um documentário de que foi o responsável pela morte de três pessoas.

Preferem o anonimato

Parece bem estranho que homens com fortunas e de elite não gostem de aparecer publicamente, mas sim, existem alguns deles que preferem a discrição.

Por isso, alguns não têm redes sociais, e tomam o cuidado de ter alguém a tratar de seus comunicados. Esta medida além de servir de segurança, é sobretudo garantia de privacidade.

Contudo, há quem ainda prefira evitar os holofotes, ou seja, que se saiba que o quanto têm de fortuna para evitar pagar altos valores de imposto.

Seja qual for a razão, conheça agora os homens super ricos que valorizam o anonimato.

O primeiro é Amancio Ortega, um homem que leva a discrição muito à sério, tanto que evita a exposição a todo o custo.

Ele não dá entrevistas e nem fotos, apenas uma das suas fotos está autorizada para divulgação.

Até quando há uma inauguração das suas lojas, Amancio Ortega não aparece.

Georg é outro rico que tira de letra a discrição. É raro que aceite dar uma entrevista ou que compareça à eventos públicos.

Mark Zuckerberg teve de comprar 4 casas ao redor da sua para que pudesse ter privacidade.

E finalmente, o brasileiro Jorge Lemann que detesta dar entrevistas, prefere não comparecer em eventos sujeitos à muita exposição e foge a todo custo de estar na mídia.

Têm um estilo de vida simples e modesto

Não é raro ouvirmos falar dos gastos exorbitantes dos homens ricos do mundo, pois eles têm grana de sobra para custear o que quiserem.

Mas mesmo assim, alguns preferem levar um estilo de vida repleto de simplicidade e bem diferente do que o seu bolso permite.

Warren Buffett, por exemplo, não tem motorista. Ele mesmo dirige o seu Cadillac DTS.

Suas refeições favoritas incluem um simples sanduíche de presunto ou um hambúrguer do Burger King, com Coca-Cola e batatas fritas. Para adoçar, ele prefere um sorvete.

Além disso, recebe apenas 100 mil dólares anuais de salário e continua vivendo na mesma casa de apenas 5 quartos desde os anos 50.

Mark Zuckerberg é o mais jovem dos bilionários, mas também um dos mais simples. Ao invés de termos caros, ele prefere ir trabalhar de jeans e camiseta.

Gosta muito de hambúrgueres, e deixou de conduzir um carrão para andar num modelo básico da Volkswagen.

Amancio Ortega não abre mão de almoçar com os funcionários na cantina. Já Charlie Ergen, o bilionário CEO da Dish Network, prefere levar o seu lanche de casa que é um sanduíche preparada por ele.

Ingvar Kamprad, fundador da IKEA, viaja em classe econômica tanto para negócios como para férias. Vai de ônibus ao trabalho apesar de ter um carro, que é de um modelo bem antigo.

Michael Bloomberg vai ao trabalho de metrô e leva também a sua marmita com lanche ao trabalho.

E por fim, o indiano Azim Premji, O CEO da Wipro Ltd. que prefere carros usados e viaja também em classe económica.

E como se não bastasse, Azim é bem rigoroso na economia da luz e até do uso de papel higiénico na sua empresa.

Começaram a investir muito cedo

Com a conta bancária perfeita, até parece que nunca passaram dificuldades, mas nem sempre foi assim.

Alguns homens que hoje figuram a lista dos mais ricos do mundo começaram a falar bem cedo na vida e a investir também.

O magnata das telecomunicações Carlos Slim, com 8 anos de idade, já ajudava o pai na loja da família.

Quando completou 15 anos, já tinha não apenas uma, mas um total de 44 ações no Banco Nacional do México.

Com Sheldon não foi diferente. Ele começou a trabalhar na adolescência, com apenas 12 anos de idade vendendo jornais.

Já Li Shing, antes de ter o seu império, teve de sair da escola para ajudar a sustentar a sua família aos 16 anos, trabalhando numa fábrica de plásticos.

Warren foi um verdadeiro prodígio dos investimentos. Começou vendendo balas, refrigerante e revistas de porta em porta e comprou suas primeiras ações ainda no ensino médio.

Enrique Banuelos, começou a falar desde os 16 anos, quando fundou a sua primeira empresa que era distribuía mel e produtos derivados.

Amancio Ortega também começou a trabalhar bem cedo. Largou a escola aos 12 anos de idade para ajudar no sustento da família e arrumou emprego numa loja de camisas.

Além disso, passou por vários perrengues antes de, finalmente, abrir a sua loja de batas chamada Goa. Havia nascido o império que mais tarde se tornaria a mundialmente conhecida marca Zara.

E não são apenas os homens que ralaram para atingir os 10 dígitos na conta bancária. Zhou Xiaoguang também largou a escola aos 16 anos por não ter como pagar os estudos.

Ao invés de cruzar os braços, começou a vender bugigangas numa cidade após outra. Algum tempo depois, fundou junto com o marido uma fábrica de bijuterias.

Sofrem com problemas de saúde

Os homens mais ricos do mundo podem até ser deuses quanto a conta bancária, mas não estão imunes aos problemas de saúde que afetam à todos nós.

Um exemplo disso é Karl Albrecht Jr. que depois de algum tempo teve de afastar-se da empresa ao receber o diagnóstico de câncer. Felizmente, já está recuperado.

Warren Buffett recebeu também em 2012, o diagnóstico de câncer da próstata.

O cofundador da Microsoft, Paul Allen, foi diagnosticado com câncer em 1982, do qual conseguiu se curar com radioterapia.  

Infelizmente, anos depois a doença voltou até agora Paul não conseguiu vencê-la.

Outro bilionário que luta pela sua saúde é o fundador da empresa de petróleo Continental Resources, Harold Hamm.

Ele tem diabetes do tipo e desde então, tem financiado pesquisas sobre cura e tratamento da doença.

Alguns deles, no entanto, são portadores de deficiências que poderiam impedi-los de atingir o sucesso, mas que como já sabemos, eles conseguiram contornar.

Mark Zuckerberg, sofre de daltonismo. Ele tem dificuldades em distinguir as cores vermelhas e verdes, então, as outras cores também ficam meio confusas para ele.

E visto que o azul é a cor que ele consegue ver melhor, optou por usá-la na sua rede social, o Facebook.

Richard Branson é disléxico, e por conta disso, era visto com uma pessoa burra. A dislexia é um distúrbio que dificulta a aprendizagem, então, Richard largou a escola cedo para ser empreendedor.

Felizmente conseguiu se dar bem. Depois de muito trabalho e passar por muitos perrengues, hoje é um dos homens mais ricos do mundo.

São religiosos

Há quem ache que religião é coisa de gente pobre e ignorante, mas estes homens provaram que não é bem assim.

Lakshmi Niwas Mittal, Sadulpur, é um empresário indiano e CEO da Arcelor Mittal e professa o Hinduísmo. Além dele, o iemenita Mukesh Ambani também é devoto da religião hindu.

O Rei Midas do México, Carlos Slim, também é religioso. Ele é membro da Igreja Maronita. Já o francês Bernard Arnault é cristão católico.

Adiam a aposentadoria

Com toda a fortuna que possuem, é de esperar que se aposentem bem cedo. Afinal, muitos deles já eram ricos ainda no auge das suas idades. Mas não é isso que acontece.

Muitos bilionários detestam ficar sem ter de fazer nada e o seu escape é o trabalho. Além disso, alguns acreditam que devem ganhar tudo o que gastam.

Porém, não podemos esquecer de que normalmente o negócio que os deixa com as finanças lá no topo, são justamente os que estão diretamente relacionados às suas paixões.

Assim, quando o trabalho dá prazer, nem dá vontade de deixar de trabalhar enquanto houver forças para tal.

Por isso, não é raro encontrarmos bilionários como por exemplo, Li Shing, que se aposentou apenas aos 89 anos de idade.

Ou como Larry Ellison, que mesmo após deixar de ocupar a cadeira de CEO, ainda atua como chairman do conselho da empresa com a idade de 73 anos.

Mas o caso mais caricato é o do bilionário Chang Yun Chung, fundador da Pacific International Lines. Apesar de já ter 100 anos de idade, ele ainda vai trabalhar.

Isso mesmo! Chang, se recusa a ficar em casa mesmo após ter sido sucedido pelo seu filho na presidência da companhia. Segundo ele, faz isso para não ficar entediado.

Pouco ligados à aparelhos tecnológicos

Quantas vezes você quis o celular de último grito e que possui todo aquele aparato tecnológico? Provavelmente muitas.

E querer deixa de ser “poder”, quando você não tem a grana suficiente para comprar os aparelhos de última geração.

Certamente, esse não é um problema que afete os homens mais ricos do mundo, mas mesmo assim, alguns deles preferem abrir mão deles por vontade própria.

Warren, um nome bem popular no nosso artigo, volta a aparecer e desta vez, como alguém que não é muito fã de tecnologia. Acredite ou não, mas ele não usa celular e nem computador.

Carlos Slim também dispensa aparelhos tecnológicos e por isso não tem computador, nem no seu escritório. Apesar de ter recebido um laptop de presente, só sabe ligar e desligar o aparelho.

Conclusão

Os homens mais ricos do mundo nem sempre correspondem ao estereótipo que geralmente as pessoas traçam para eles.

Deu para ver, ao longo do artigo, de que apesar dos inúmeros zeros na conta bancária, podem ser pessoas altruístas, caridosas e bem reservadas.

No entanto, quando andam à margem da lei vão sim para o xadrez. Não são nada relaxados e gostam imenso de praticar um ou mais esportes.

E sim, muitos apostam pela simplicidade e adotam hábitos bem mais modestos e até baratos do que os nossos. Certamente, muitas lições podem ser tiradas destas curiosidades sobre os bilionários.