Paulo Guedes é um dos maiores economistas do Brasil, ex-deputado, atual Ministro da Economia e fundador da Br Investimentos. Conheça agora toda a história do principal ministro do governo Bolsonaro.

Economista de grande renome no Brasil, Paulo Guedes ficou “famoso” após ser anunciado como ministro do então candidato Jair Bolsonaro. Fazendo com que muitas pessoas passassem a querer conhecê-lo.

Com uma carreira dividida entre universidade e mercado financeiro, o ministro aposta hoje numa economia liberal para impulsionar o crescimento do país. Confira a seguir tudo sobre a vida de Paulo Guedes.

Origem e formação

Paulo Roberto Nunes Guedes é carioca, nascido no dia 24 de agosto de 1949. É filho de um vendedor de material escolar e uma servidora do Instituto de Resseguros do Brasil e tem um irmão mais novo chamado Gustavo.

Formou-se em economia na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). José Marcio Camargo, coordenador econômico de Henrique Meirelles, foi seu colega de classe.

Guedes fez pós-graduação e mestrado em economia na Fundação Getúlio Vargas.

Através de uma bolsa concedida pelo CNPQ, em 1977, conclui seu mestrado em economia pela Universidade de Chicago. Dois anos depois, adquiriu o título de PhD na mesma Universidade.

A instituição sempre é citada quando se fala em pensamento liberal, inclusive é berço de muitos economistas liberais como os americanos Milton Fiedman e Gerge Stigler.

Na época em que estudou em Chicago, Paulo Guedes passou por forte procedimento de aprendizagem em estatística e matemática.

Certamente com os conhecimentos adquiridos, Guedes desenvolveu uma boa prática na área econômica.

Quando retornou ao Brasil, trouxe uma bagagem de raciocínio e pensamentos acima da média, ficando à frente dos economistas brasileiros.

Ao chegar aqui, se deparou com economistas presos a teorias antigas com tendências de esquerda.

Carreira como docente

Devido a seus colegas economistas serem predominantemente tucanos, com ideias ultrapassadas, Guedes foi ridicularizado por eles.

Apesar de mostrar o óbvio, os economistas preferiam continuar com seus velhos pensamentos e opiniões.

Com isso, Guedes decidiu partir para a área docente e hoje é bastante conhecido por sua carreira acadêmica.

Foi professor na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, na Fundação Getúlio Vargas e no IMPA – Instituto de Matemática Pura e Aplicada.

Nas décadas de 80 e 90, foi diretor técnico do IBMEC e também chefe executivo da disciplina de macroeconomia.

Também foi docente na Universidade do Chile, quando recebeu um convite para trabalho durante a ditadura militar do país.

Ficou lá por 6 meses, onde além de dar aulas teve a chance de conhecer as reformas promovidas no país.

Carreira empreendedora

Na mesma época em que começou a dar aulas, Paulo Guedes também passou a empreender. Com os empreendimentos que criou, construiu uma grande fortuna.

Empreendedor do mercado financeiro, atuou em bancos e corretoras de investimento. A seguir apresentamos seus principais feitos.

Banco Pactual

Em 1983 fundou o banco Pactual, atuando como chefe executivo e estrategista da empresa. Junto dele, havia mais 3 sócios: André jakurski, Luiz Cezar Fernandes e Renato Bromfman.

O nome “Pactual” nasceu das iniciais de 3 sócios fundadores: P de Paulo Guedes, A de André jakurski e C de Cezar. Junto das iniciais, foi adicionado o sufixo “tual” para dar melhor expressão ao nome.

O banco foi criado depois que Luiz Cezar desfez a sociedade com Jorge Paulo Lemann, este que hoje é o homem mais rico do Brasil.

Os dois trabalhavam no banco Garantia e Luiz decidiu sair para abrir uma instituição concorrente.

O sucesso do banco Pactual foi notório, transformando seus sócios em pessoas muito ricas.

O banco sempre foi referência em trabalho árduo, meritocracia e excelência, mesmo possuindo grande concorrência.

O Pactual foi vendido para o banco suíço UBS em 2006 pelo valor de US$3,1 bilhões e passou a se chamar UBS Pactual.

Mais tarde veio a ser chamado BTG pactual, um banco de investimento que atua em países da América e na Europa.

JGP Nextar Fund

Devido a algumas divergências na empresa, Guedes e Jakurski saíram da sociedade e abriram uma gestora de recursos junto com Arlindo Vergaças, em 1998.

Surgiu então a JGP Nextar Fund, uma empresa com os mesmos princípios do Banco Pactual. Na época, boa parte dos funcionários e clientes migraram para a empresa de Guedes.

Entretanto, ao invés de administrar o dinheiro dos clientes, Paulo Guedes dedicava seu tempo para cuidar do próprio dinheiro e aumentar sua fortuna.

Se aventurou em operações arriscadas na bolsa de valores, onde perdeu muito dinheiro, sendo convidado a sair da sociedade.

GPG

Ao sair da JGP, Guedes montou uma corretora de valores com seu irmão, a GPG.

O nome da empresa teve origem com as iniciais dos irmãos. Gustavo e Paulo Guedes. A GPG teve grande presença no mercado de contratos futuros e índice Bovespa, antiga BM&F.

Paulo Guedes era bastante especulativo e realiza várias operações onde ganhava muito dinheiro. Porém, muitas vezes também perdia bastante.

De boa índole, sempre trabalhou de forma justa, conquistando clientes e colegas em todo país e em países estrangeiros.

Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais – IBMEC

Entre os anos 80 e 90, Paulo Guedes foi diretor técnico, sócio e docente do instituto Ibmec. Onde reorganizou toda a fundação transformando-a em uma escola de ponta no país tendo diversos alunos considerados talentos.

Em 1999, a escola foi dividida e transferida para uma nova empresa com fins lucrativos, a Ibmec Educacional.

Com essa transferência, Guedes passou a ser acionista e presidente da corporação, tendo Claudio Haddad como sócio.

O que se diz é que Claudio Haddad queria transformar o Ibmeq em uma escola para a elite brasileira.

Enquanto isso, Paulo Guedes era visionário e buscava atingir o máximo de alunos, transformando o Ibmec em uma faculdade de excelência para a classe média.

Desse modo, depois de 16 anos gerindo a empresa, Paulo Guedes deixou a sociedade em 2003.

Depois disso, Guedes continuou atuando na área de educação, mas agora como investidor.

Operando no private equity, em 2010 obteve grande êxito e destaque quando adquiriu 25% do capital da Abril Educação, que é a maior empresa de educação do país.

BR Investimentos

Em 2006, Paulo Guedes fundou a BR Investimentos, onde passou a apostar na economia real.

A empresa tem foco no investimento chamado de “private equity”, que é a compra de participações em empresas com bom potencial de crescimento.

No ano de 2013, a BR investimentos se juntou a Mercatto e Trapezus, originando a Bozano Investimentos, onde Guedes é atual presidente.

A empresa administra R$ 2,7 bilhões de ativos distribuídos em fundos de investimento e private equity.

Com 25 estratégias de investimento diferentes, a Bozano investe em corporações que estão em fase de consolidação e que tem potencial de expandir.

Investe também em companhias novas, atuantes em segmentos com chances de crescimento, como os de educação.

Outras atividades

Além dos empreendimentos em que atuou diretamente como sócio e co-fundador, Paulo Guedes teve outros cargos em empresas.

Foi conselheiro de administração da locadora de veículos Localiza, e também da incorporadora PDG Realty.

Além disso, atuou no conselho da HSM, uma plataforma de conhecimento que constrói redes colaborativas entre empresas brasileiras e o mundo.

Foi também, conselheiro da Gaec Educação, pertencente ao grupo Ânima, um grupo empresarial educacional paulista. Guedes exerceu essas funções até o ano de 2014.

O economista fundou o Instituto Millenium, uma instituição sem fins lucrativos responsável por disseminar o pensamento econômico liberal no país.

Mais conhecido como Imil, o instituto é mantido através de contribuições realizas por pessoas e empresas privadas.

A entidade é formada por empresários intelectuais e não possui nenhum vínculo do governo.

O Instituto apresenta valores e princípios a fim de garantir uma sociedade livre, dos quais listamos alguns abaixo:

  • Liberdade individual
  • Economia de mercado
  • Direto de propriedade
  • Democracia representativa
  • Estado de direito
  • Limites institucionais à ação do governo

Todas as atividades do Imil dependem do planejamento e aprovação do Conselho de Governança e do Conselho Fiscal. Isso é realizado em reuniões periódicas.

Os debates que são realizados têm apoio de uma rede de 200 especialistas, de diversas áreas.

Através de seminários, encontros e palestras que são realizados em todo o país, o Imil mostra alternativas para assuntos do país a fim de buscar o desenvolvimento nacional.

Guedes foi ainda colunista dos jornais Folha de São Paulo e o Globo. Também escreveu para as revistas Exame e Época, falando sempre de assuntos ligados a gestão de recursos e ao mercado de capitais.

Investigação e suspeita de gestão fraudulenta

Em outubro de 2018, bem próximo das eleições, o Ministério Público Federal iniciou uma investigação. Que tinha sobre suspeitas de que Paulo Guedes estivesse envolvido em fraudes na sua gestão de fundos de investimento.

Guedes foi acusado de receber mais de R$1 bilhão em fundos de pensão de empresas estatais e ainda foi investigada a emissão e negociação de títulos imobiliários sem lastros ou garantias.

A suspeita é de que ele beneficiou a empresa HSM, da qual era conselheiro com os recursos adquiridos dos Fundos de Pensão.

Ele negou as acusações, afirmando que a denúncia foi feita para confundir o eleitor. Em dezembro de 2018 a polícia federal passou a averiguar o caso, a pedido do Ministério Público.

Sonho político

Paulo Guedes nunca ocupou cargos ou fez parte de equipes de nenhum governo, mas sempre demonstrou interesse.

No ano de 1985, foi indicado por Mario Henrique Simonsen e Delfim Netto para ser diretor do Banco Central (BC).

Guedes não aceitou devido a divergências de orientação entre os ministérios da Fazenda e do Planejamento, chefiados, na época, por Francisco Dornelles e João Sayad, respectivamente.

Já em 1989, ele contribui na elaboração do plano de governo do então candidato a presidente Guilherme Afif Domingos do PL – Partido Liberal.

Ministro da Economia

No final de 2017, Paulo Guedes foi anunciado por Bolsonaro como sua escolha para Ministro da Fazenda, caso ele viesse a ganhar. A escolha chamou atenção da população e do mercado em geral.

O nome foi bem recebido por parte da mídia, como também por banqueiros e investidores, visto que o economista tem uma ideologia liberal.

Inclusive, na ocasião em que foi anunciado seu nome para o cargo, a bolsa de valores teve aumento.

Guedes idealizou o plano econômico do atual presidente e foi o grande responsável pelo apoio do mercado financeiro que Bolsonaro teve.

De início, o que se esperava do ministro é que fosse dado continuidade nas reformas necessárias para recuperar a economia do país.

Bolsonaro, sempre que era questionado sobre assuntos de economia, dizia que não sabia e que era para perguntar para Paulo Guedes. Acabou chamando-o de “Posto Ipiranga”, comparando Guedes à propaganda que diz que tudo pode ser resolvido no posto.

Considerado um dos conselheiros mais próximos do candidato à presidência, Guedes teve certa liberdade para trabalhar suas ideias.

Assim, dentro de suas opiniões, ele defende:

  • A mudança de regras do orçamento da união
  • Criar um novo sistema de capitalização da previdência
  • Realizar a privatização de algumas empresas
  • Incluir medidas liberais e realizar a abertura da economia.

Guedes concedeu algumas entrevistas para a mídia, onde informou com mais detalhes sobre suas propostas. Listamos a seguir algumas delas.

Contas públicas

Uma das principais propostas de Paulo Guedes é zerar o déficit fiscal do país em um ano.

Para que isso corra, ele aposta no corte de privilégios de alguns setores, no fim das isenções fiscais e dos empréstimos concedidos a grandes empresas e subsidiados por bancos públicos.

Ele afirma que o rombo nas contas públicas advém da combinação de três fatores, que são os gastos com juros e despesas com pessoal e a previdência.

Na parte econômica, propõe simplificar e unir os tributos federais, além de descentralizar e municipalizar esses tributos a fim de aumentar recursos na sociedade. Com isso, existiria apenas um imposto federal.

O ministro é a favor de manter um tripé econômico, com regime de meta de inflação e fiscal, com câmbio flutuante.

Também citou a proposta de zerar imposto de renda para pessoas que recebem até 5 salários mínimos.

Previdência

Guedes afirma que a previdência atual está destruída e condenada, além de ter bombas relógio dentro dela: o tempo, a mistura e a assistência social envolvida com ela.

Outro fator, é que a previdência é muito desigual quando se trata de funcionários públicos e de empresas privadas.

Sua proposta é criar um regime de capitalização, onde a aposentadoria do trabalhador seria resultado do que ele poupou durante a vida.

Com esse método, todos sairiam ganhando. O trabalhador teria garantia de poder se aposentar, pois, teriam ativos em seu nome e as empresas não teriam que se responsabilizar com encargos.

A equipe do presidente não informou como funcionaria esse novo modelo, nem como seria feita a mudança do atual para o novo.

O que se sabe, é que a proposta de criar o regime de capitalização poderia acabar com o rombo da previdência.

Durante a campanha de Bolsonaro, a reforma da previdência foi considerada um dos assuntos mais importantes a serem tratados caso ele viesse a ganhar.

Tanto que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) já vem sendo desenvolvida.

Banco Central

Guedes propõe uma lei onde o Banco Central passaria a ter independência política e administrativa com um mandato de 4 anos para a diretoria.

Dessa forma, o banco não teria influência política. Porém, a instituição teria de estabelecer metas para inflação, dólar e taxas de juros.

Mesmo com o entusiasmo do mercado com a pauta de Guedes, muitos economistas alertam que a reforma da economia é um caso complicado.

Eles dizem que por mais que Bolsonaro tenha ganho, sua “lua de mel” com o mercado será rápida.

Espera-se que o presidente aprove apenas uma pequena reforma nesse ano. Porém, só teremos certeza disso ou não, quando o ministro colocar em pauta o primeiro assunto da economia, que provavelmente será o da independência do Banco Central.

Privatização das estatais

Paulo Guedes tem a intenção de privatizar o maior número possível das empresas que exigem aportes do Tesouro Nacional, principalmente as que possuem déficit.

Hoje, 18 empresas dependem desses aportes e consomem cerca de 15 bilhões de reais por ano dos cofres públicos.

A privatização é o segundo assunto considerado mais importante e relevante para ser tratado neste início do mandato do presidente.

Guedes afirma que essa medida ajudaria a reduzir o endividamento evidente em nosso país.

O ministro afirmou que é favorável a privatização de todas as estatais e já possui apoio de muitos.

Alguns especialistas acreditam que as empresas EPL (Empresa de Planejamento e Logística) e a EBC (Empresa Brasileira de Comunicação) seriam as primeiras a serem vendidas ou extintas.

Porém, se a pretensão do ministro se tornar real, as privatizações devem ir bem além, incluindo empresas como Telebras e Dataprev.

Reforma administrativa

No plano de governo de Bolsonaro já constava a proposta de fusão de alguns ministérios.

O principal deles é a criação do superministério da economia, que envolve os antigos ministérios da Fazenda, do Planejamento e Indústria e do Comércio Exterior.

Assim, Paulo Guedes, atual ministro da Economia tem grande poder no governo de Bolsonaro, consequentemente possui uma árdua missão de organizar as contas públicas.

Para que essa organização aconteça, uma das principais medidas é a de reestruturar o serviço público e avaliar os servidores.

O objetivo é desenvolver uma cultura de alto desempenho e eficiente, além de cortar gastos com cargos comissionados.

Empregos

O ministro Paulo Guedes diz que o governo possui a intenção de criar um ambiente propício para empreendedores no Brasil.

Assim, muitos talentos nacionais seriam valorizados, além da possibilidade da vinda de empresas do exterior.

Com isso, seriam geradas novas tecnologias, novas oportunidades de emprego e de renda.

Desse modo, seria quebrado o círculo vicioso das dívidas, onde as pessoas iriam diminui-las e passar a investir, gerando crescimento no país.

Comércio internacional

O programa de governo dizia que buscariam facilitar o comercio internacional. Visto que isso ajudaria a promover o crescimento da economia a longo prazo.

É evidente que países mais abertos ao comércio são os mais ricos e atualmente o Brasil é um país um pouco fechado para isso. Dessa forma, torna-se difícil competir em segmentos de alta tecnologia.

Para se tornar um país mais “amigável” e propício para a comercialização internacional, Guedes propõe diminuir as barreiras não tarifárias e as alíquotas de importação.

Assim, aconteceria um incremento no crescimento econômico no longo prazo.

Pacto federativo

O governo propôs a criação do pacto federativo buscando descentralizar o poder e disponibilizar recursos para os estados e municípios.

Assim, construir-se-á uma governabilidade em novas bases, sem o famoso toma lá dá cá.

Guedes diz que o dinheiro deve ir para onde o povo está. Por isso, torna-se necessário descentralizar as coisas.

Com a diminuição dos ministérios, que estão ali apenas para coordenar, ficará mais fácil o ministro estar em contato com os secretários estaduais para repassar os recursos necessários para sua área.

O que esperar do ministro?

Bastante empolgado e com planos audaciosos, Paulo Guedes terá grandes desafios. Isso porque nos primeiros meses de governo não há espaço para erros.

Como nunca exerceu função pública, mesmo sendo experiente no mercado financeiro. Assim ele terá que trabalhar muito para alcançar todas as propostas que foram arquitetadas no plano de governo.

Além disso, todos os 22 ministros de Bolsonaro querem colocar em prática as mudanças desenhadas na transição de governo.

Assim, o ministro terá que avançar suas reformas liberais e administrar a pressão sofrida pelos colegas ministros.

Com aproximadamente R$102,5 bilhões em caixa e com o aumento das despesas obrigatórias, o orçamento é muito curto.

Guedes passa por um grande dilema, onde seu plano de diminuição de despesas dificilmente terá efeitos nesse ano.

Além disso, as propostas que envolvem revisão de abono salarial e subsídios irão vigorar a partir de 2020 apenas.

Um ponto favorável é o fato de o déficit público de 2018 ficar abaixo dos R$100 bilhões quando a meta era de 161,3 bilhões de reais.

Ligado a isso está a cessão onerosa da Petrobrás, onde poderá ser garantido cerca de R$100 bilhões à União.

Dito isso, o principal desafio é consolidar a transição iniciada pelo governo de Michel Temer.

Os assuntos principais são acabar com o déficit e buscar o superávit para estabilizar a relação entre Dívida e PIB e realizar o ajuste fiscal.

Isso tudo será possível a partir do momento em que for aprovada no congresso a reforma da previdência.

Paulo Guedes tem carta branca do presidente para retomar a melhoria dos negócios brasileiros, convergência que foi perdida em governos passados.