Automação de atendimento até onde vale a pena deixar a IA falar com o cliente - blog empreender

Nos últimos anos, o atendimento se tornou um dos principais pontos de contato entre cliente e marca. Com a inteligência artificial avançando rapidamente, muitas lojas começaram a automatizar mensagens, respostas e até o suporte completo.

Mas isso trouxe uma nova dúvida: até onde vale a pena deixar a IA falar com o cliente sem perder o toque humano? Segundo o relatório da Zendesk, CX Trends 2025, 78% dos consumidores afirmam que uma boa experiência de atendimento influencia diretamente na recompra.

Por outro lado, o estudo The State of AI 2025, da McKinsey, mostra que apenas 21% das empresas conseguiram redesenhar seus fluxos de trabalho para aproveitar o potencial da IA.

Esses números mostram um cenário curioso: a tecnologia evolui, mas o desafio continua sendo entender como equilibrar eficiência e empatia. Continue lendo para entender melhor.

IA e automação não são a mesma coisa: você sabia?

Antes de decidir quanto do atendimento deve ser automatizado, é essencial entender a diferença entre automação e inteligência artificial. As duas caminham juntas, mas não fazem o mesmo trabalho — e confundir os papéis pode gerar frustração tanto para o lojista quanto para o cliente.

AutomaçãoInteligência Artificial (IA)
Executa tarefas repetitivas com base em regras fixas.Aprende com dados e responde de forma contextual.
Substitui ações humanas pontuais.Amplia a capacidade humana de compreender e decidir.
Atua de forma previsível.Evolui a cada interação, ajustando o tom e a linguagem.

Enquanto a automação repete processos com agilidade, a IA aprende a se adaptar. E é justamente nesse ponto que entram as ferramentas desenvolvidas pela Empreender: soluções criadas para que os lojistas usem dados e tecnologia de forma prática, sem precisar ser especialistas em programação ou análise.

Entre elas, o SAK e o Dash Analytics se destacam por representar bem os dois lados dessa relação. O SAK atua no campo do atendimento automatizado e da IA aplicada ao suporte, com agentes virtuais que enviam mensagens, respondem dúvidas e acionam o humano quando necessário.  Confira detalhes no vídeo abaixo:

Já o Dash funciona como o painel de controle que transforma os dados da loja em relatórios visuais e explicações em áudio por IA. Saiba mais informações no vídeo a seguir:

Usados em conjunto, eles traduzem na prática o que a Gartner e a McKinsey projetam: decisões orientadas por dados, mas sustentadas pela empatia humana.

O que o cliente realmente quer do atendimento automatizado?

O CX Trends 2025 mostra que 54% dos consumidores valorizam rapidez e precisão, mas 39% desistem da compra se não conseguem falar com um humano.

Isso deixa claro que o cliente aceita conversar com um bot — desde que a conversa seja útil, resolva rápido e pareça humana.

A IA e a automação, portanto, devem ser vistas como facilitadoras da relação, não como substitutas da interação humana.

  • automatizar tarefas previsíveis, como:
  • envio de mensagens por WhatsApp e e-mail;
  • recuperação de boletos e carrinhos abandonados;
  • disparo de mensagens pós-venda;
  • e notificações automáticas de entrega (em integração com o Rastreio.net).

Essas ações mantêm o cliente informado e o lojista produtivo, sem sobrecarga de equipe.

Mas, quando a conversa exige empatia, o SAK transfere automaticamente o atendimento para um humano — garantindo continuidade e coerência.

Além disso, o SAK oferece um chat colaborativo com múltiplos atendentes e controle por tags como “Agente em ação” ou “Pediu atendimento humano”.

Essas informações alimentam o Dash, que exibe o desempenho dos atendentes e mostra como o tempo de resposta influencia diretamente as conversões.

Aproveite e leia: As melhores formas de usar agentes de IA para transformar o atendimento e as vendas online

Automatizar tudo ou quase tudo: onde está o equilíbrio?

A McKinsey aponta que empresas que combinam IA e humanos — o chamado modelo human-in-the-loop — alcançam melhores índices de satisfação e lucratividade.

Isso acontece porque nem toda interação precisa de empatia, mas toda jornada precisa de coerência. Um bom ponto de partida é a chamada regra 70/30:

  • 70% das interações automatizadas — rastreamento, dúvidas simples, confirmações;
  • 30% conduzidas por humanos — negociações, insatisfações, trocas e situações emocionais.

O SAK permite aplicar esse equilíbrio facilmente: o lojista define quando o agente de IA atua e quando o humano deve assumir. E o Dash traduz os resultados dessa divisão, mostrando se o uso da IA está aumentando conversões ou apenas acelerando respostas.

Por exemplo, se o tempo médio de resposta melhora, mas o índice de satisfação cai, o Dash indica que a automação precisa de ajustes. Agora, se as conversões pós-contato crescem, é sinal de que o ponto de equilíbrio foi alcançado.

A IA como aliada da experiência de compra

“Mais do que velocidade, o cliente quer se sentir compreendido. De acordo com o relatório CX Trends 2025, da Zendesk, 66% dos consumidores evitam marcas com histórico ruim de atendimento, mesmo que o preço ou o produto sejam atrativos.”

Isso mostra que o suporte deixou de ser um custo — ele é parte do valor percebido da marca. No SAK, a IA atua com base em conhecimento real do negócio. Os agentes virtuais podem responder usando:

  • artigos de FAQ criados pela equipe,
  • arquivos internos enviados pelo lojista,
  • e até vídeos do YouTube integrados ao “cérebro” do agente.

Assim, a comunicação se torna mais contextual e menos genérica. Essas interações alimentam o Dash, que cruza dados de satisfação, tempo de resposta e desempenho dos agentes para revelar como o atendimento afeta as vendas e a recompra.

Ao invés de apenas medir quantas mensagens foram trocadas, o lojista passa a entender quais conversas realmente geram valor.

A McKinsey alerta que apenas 19% das empresas acompanham métricas específicas de IA, o que significa que muitas ainda automatizam “no escuro”.

Como saber se a automação está realmente funcionando?

O SAK e o Dash resolvem isso de forma complementar: um coleta as informações e o outro faz a tradução das análises.

IndicadorO que ele mostraFonte
Tempo de respostaVelocidade no atendimentoSAK
Transferência para humanoQuando o atendimento é transferido para um ser humanoSAK + IA
Satisfação do clienteComo os clientes avaliam o atendimentoSAK
Impacto no fechamento de vendasComo o atendimento influencia nas vendasDash Analytics

Essas métricas ajudam o lojista a enxergar se a IA está realmente ajudando a melhorar a jornada — ou apenas automatizando tarefas sem impacto no resultado.

É essa leitura orientada por dados que diferencia quem apenas instala um bot de quem constrói uma experiência inteligente de atendimento.

O futuro do atendimento com IA e automação

A Gartner prevê que, até o fim da década, a IA preditiva estará presente em 80% das operações de atendimento. Isso significa que as ferramentas não só responderão ao cliente, mas anteciparão suas dúvidas e agirão preventivamente. O SAK já aplica esse conceito ao monitorar:

  • boletos e PIX não pagos;
  • carrinhos abandonados;
  • e períodos de inatividade do cliente.

A partir disso, ele dispara mensagens automáticas para recuperar vendas e fortalecer o pós-venda. O Dash, por sua vez, mostra o impacto dessas ações preventivas em indicadores como taxa de conversão e ticket médio.

As pesquisas da Gartner, McKinsey e Zendesk chegam à mesma conclusão: o futuro do atendimento é híbrido. A IA e a automação farão o que é repetitivo, previsível e mensurável. O humano cuidará do que é emocional, estratégico e único.

O SAK mostra como isso já é possível — unindo agentes de IA, automações e atendimento humano em um sistema integrado. E o Dash completa o ciclo ao transformar cada interação em aprendizado visual e mensurável.

No fim, vale a pena deixar a IA falar, desde que o lojista continue ouvindo. Porque o segredo não está em escolher entre tecnologia ou empatia — e sim em fazer com que as duas conversem com naturalidade.

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