5 erros que ainda impedem as lojas virtuais de aproveitar o poder dos dados

No e-commerce, dados não faltam: cada venda, clique, devolução e avaliação registra um pedaço da história da sua operação. 

O problema é que muitos lojistas ainda têm dificuldade em transformar essa informação abundante em decisões consistentes. 

A pesquisa “Uso de Dados no Varejo”, da Cielo, indica que 73% das empresas dizem usar dados para decidir, mas uma parcela relevante esbarra em integração, interpretação e rotina — exatamente onde o comércio digital mais precisa de clareza.

Para avançar, não basta coletar. É preciso estruturar perguntas, ligar as fontes, observar o histórico e agir com base em evidências.  A seguir, você encontra cinco erros comuns que mantêm os dados subaproveitados no e-commerce e caminhos práticos para corrigi-los. Boa leitura!

Onde as lojas virtuais mais tropeçam na análise de dados?

Os gargalos não são apenas técnicos; são de método e cultura. A mesma pesquisa aponta que 53% das empresas têm dificuldade para consolidar informações de sistemas diferentes e 55% reconhecem que suas equipes não estão preparadas para trabalhar com dados de forma contínua. 

No dia a dia, isso aparece como decisões tomadas por urgência, relatórios consultados sem objetivo claro e resultados avaliados em pedaços, não como um todo.

Ferramentas certas ajudam, mas só funcionam quando conectadas a uma rotina simples e repetível. 

É nesse ponto que o Dash Analytics, app desenvolvido pela Empreender, se posiciona: ele centraliza fontes que você já usa, explica variações com IA e mostra relações entre áreas (vendas, marketing, atendimento e pós-venda). Saiba mais:

Com essa base, os erros abaixo deixam de ser obstáculos e viram oportunidades de ajuste.

1. Acompanhar dados sem um objetivo claro

Muitos gestores abrem seus painéis diariamente, olham faturamento, visitas e pedidos, mas sem uma pergunta orientadora. 

Quando tudo parece importante, nada direciona a ação, e a análise vira hábito sem efeito. O primeiro passo é decidir o que você quer responder com aqueles números e qual decisão depende disso. Algumas perguntas que dão foco à leitura:

  • Conversão caiu: foi canal específico, categoria, frete ou experiência no checkout?
  • AOV/ticket médio variou: mix de produtos mudou, desconto se alongou, kits perderam aderência?
  • Campanha performou: a receita líquida cobriu o CAC? houve aumento de devoluções?

O Dash ajuda a manter o foco porque cada gráfico traz o recurso Explique o Gráfico (IA em texto e áudio). Ele descreve a variação, sugere hipóteses e aponta o que observar a seguir. 

Com isso, a leitura deixa de ser contemplativa e passa a ser diagnóstica, reduzindo o tempo entre “perceber” e agir. Confira como funciona na prática:

Aproveite e leia também: Dashboard para e-commerce: o segredo dos lojistas que crescem com base em dados

2. Tratar cada fonte como uma ilha (e perder o panorama)

Aqui está um dos pontos mais citados na pesquisa: 53% têm dificuldade de integrar dados. No e-commerce, é comum o marketing olhar Meta Ads e GA4, o pós-venda acompanhar Rastreio.net e o atendimento usar Sak, enquanto as avaliações ficam no Lily Reviews. 

Cada um enxerga uma parte válida, porém as relações entre essas partes se perdem — e são nelas que moram as respostas mais valiosas. No entanto, o que costuma ficar invisível quando os dados estão em ilhas:

  • Avaliações x Conversão: queda de reviews derruba taxa de compra em categorias sensíveis.
  • Atraso de entrega x Recompra: picos de atraso reduzem LTV semanas depois.
  • Campanha x Margem: ROAS alto com CAC elevado pode esconder lucro menor.

O Dash Analytics reduz essa fragmentação ao unificar o que você já tem: integra GA4 e Meta Ads e, se você usar apps do Empreender Plus (como Lily Reviews, Rastreio.net, Sak, Cheguei, Whats.ly, Dropi), puxa tudo para um único painel. 

Além disso, não é obrigatório ter todos; o ganho já aparece quando duas ou três fontes passam a conversar. Assista o vídeo para entender melhor:

A partir daí, surgem painéis que conectam origem do tráfego → experiência → entrega → avaliação → recompra, permitindo decisões que atacam a causa, não só o sintoma.

3. Usar dados de forma pontual, sem continuidade

A pesquisa mostra que 40% ainda usam dados só para decisões imediatas. No curto prazo, isso resolve urgências; no longo, impede ver padrões. 

Sem histórico, picos e vales são interpretados como problema ou sucesso fora de contexto, quando podem ser sazonalidade ou efeito de campanha. Dois recursos no Dash ajudam a criar continuidade sem complicar o dia:

  • Séries históricas comparáveis (dia/semana/mês, por categoria e canal) para enxergar padrão em vez de susto.
  • Filtros por período e segmentos que repetem a mesma leitura em janelas diferentes, facilitando detectar recorrências. 

Confira uma pequena tabela com sugestão para guiar a rotina semanal da análise de dados da sua loja virtual:

Pergunta recorrenteOnde olhar no DashDecisão típica
Conversão caiu?Conversão por canal/categoria + Explique o GráficoAjustar página, frete, criativo ou orçamento
Ticket médio variou?AOV por produto/campanha + históricoReforçar kits, revisar descontos e mix
Recompra oscilou?Cohorts + entregas/avaliaçõesMelhorar prazo/comunicação, acionar reviews

A constância transforma dados dispersos em aprendizado acumulado e reduz decisões “de curto fôlego”.

4. Decidir mais pela intuição do que pelas evidências

Segundo a pesquisa, 27% ainda decidem por percepção pessoal. Intuição é valiosa para levantar hipóteses, mas precisa ser confrontada com indicadores — sobretudo quando envolve investimento. 

No e-commerce, medir é possível (e barato); não medir custa margem, estoque e reputação. No Dash, cruzar métricas de conversão, CAC/ROAS, AOV, reviews e status de entrega mostra o encadeamento do resultado. 

Por exemplo: vendas caíram mesmo com visitas em alta? Talvez o criativo atraia público errado ou a página esteja lenta; já se o AOV despencou após “frete grátis”, pode haver canibalização do mix. 

Ao tornar o encadeamento visível, o Dash dá lastro à intuição e diminui tentativas e erros. Confira como transformar dados em decisões lucrativas para sua loja:

5. Esperar previsões automáticas e adiar decisões do presente

A mesma pesquisa indica que apenas 11% planejam adotar análise preditiva completa nos próximos anos. É um horizonte desejável, mas hoje o ganho está em agir rápido sobre sinais que já aparecem. 

O Dash não realiza previsão estatística; o que ele entrega são sinais de tendência extraídos do histórico — por exemplo, crescimento de visitas sem conversão, aumento de devoluções pós-promoção, ou queda de NPS antecedendo redução de recompra. Veja como transformar sinais em ação prática:

Quando o Dash Analytics identifica sinais de tendência, o importante é agir sobre eles com rapidez. Por exemplo:

  • Se as visitas aumentam, mas a conversão cai, é hora de revisar as páginas de produto, os criativos e a segmentação das campanhas.
  • Se as devoluções crescem após promoções, vale reforçar descrições e informações de tamanho, além de revisar políticas de frete e prazos de entrega.
  • Se as avaliações caem em uma categoria importante, é recomendável usar o Lily Reviews para incentivar novos feedbacks e acionar o Sak para tratar as causas do problema no atendimento.

Essas ações simples mostram como os dados ajudam o lojista a reagir de forma preventiva, antes que pequenas variações se tornem grandes quedas de desempenho.

O ponto é claro: tendência não decide por você; ela acelera sua decisão, apontando onde agir primeiro.

Aproveite e leia também: 7 tendências que vão transformar o futuro dos dados no e-commerce até 2030

Corrigir erros é transformar dados em vantagem competitiva?

Os cinco erros acima não derivam de falta de tecnologia, mas de falta de método. Corrigi-los passa por dar um propósito à análise, colocar as fontes para conversar, manter histórico vivo, validar intuição com números e agir sobre sinais antes que virem crises. 

O Dash Analytics foi pensado para essa rotina: integra o que você já usa, explica o que mudou, organiza o histórico e mostra relações que não aparecem quando cada área olha seu próprio relatório.

Quando os dados passam a orientar a agenda — e não só a encerrar o mês —, decisões ficam mais rápidas, previsíveis e alinhadas ao que o cliente realmente vivencia. 

Experimente o Dash gratuitamente e veja como transformar informação em ação pode destravar crescimento com menos tentativa e erro.