qual a melhor plataforma de e-commerce para iniciantes

A dúvida sobre qual a melhor plataforma de e-commerce para iniciantes surge, quase sempre, no mesmo momento: quando o empreendedor decide transformar uma ideia em loja virtual, mas ainda opera com recursos limitados, pouco tempo disponível e estrutura enxuta.

Esse cenário não é exceção. De acordo com a 10ª edição do estudo “Perfil do E-commerce Brasileiro”, realizado pelo BigDataCorp, 76,12% dos e-commerces no Brasil são negócios familiares e 88,01% possuem menos de 10 funcionários. 

Além disso, mais da metade (50,61%) são empresas individuais, nas quais apenas o próprio empreendedor cuida de toda a operação — da venda ao atendimento. Esses dados ajudam a contextualizar por que a escolha da plataforma pesa tanto no início. 

Por isso, entender preços, limites e modelo de evolução das plataformas é fundamental para começar bem. Continue lendo e aprenda!

O que realmente importa ao escolher uma plataforma de e-commerce para começar?

Quando alguém pesquisa qual a melhor plataforma de e-commerce para iniciantes, normalmente não está comparando apenas recursos técnicos. A dúvida, na prática, é outra:

“qual dessas plataformas vai me ajudar a começar sem complicações?”

Para quem está criando uma loja virtual do zero, alguns critérios pesam muito mais do que outros. Não se trata de escolher a plataforma mais completa do mercado, mas aquela que faz sentido para o estágio inicial do negócio.

Custo para começar

O primeiro ponto costuma ser o custo. Muitos iniciantes ainda não sabem quanto vão vender no primeiro mês — ou sequer se a loja vai se pagar rapidamente.

Por isso, plataformas de e-commerce para iniciantes tendem a funcionar melhor quando permitem começar com custo zero ou com uma mensalidade baixa, sem exigir grandes compromissos logo de início.

Facilidade de uso no dia a dia

Outro fator decisivo é a facilidade de uso. Quem está começando geralmente cuida de tudo sozinho:

  • Cadastra produtos
  • Responde clientes
  • Confere pedidos
  • Resolve problemas do dia a dia

Se a plataforma for complexa demais, ela acaba virando um obstáculo, e não uma ajuda. Para o iniciante, a melhor plataforma de e-commerce é aquela que permite operar a loja mesmo sem experiência ou conhecimento técnico.

Limites do plano inicial

Também é importante observar os limites do plano inicial. Quantidade de produtos, visitas mensais e recursos liberados fazem diferença conforme a loja cresce.

No começo, esses limites costumam ser suficientes. Ainda assim, o empreendedor precisa entender quando e por que será necessário mudar de plano, evitando surpresas no meio do caminho.

Apoio nas tarefas que mais tomam tempo

Além disso, vale prestar atenção em como a plataforma lida com tarefas que costumam dar mais trabalho no início, como:

  • Atendimento ao cliente
  • Recuperação de carrinhos abandonados
  • Organização dos pedidos

Essas são áreas em que o iniciante mais perde tempo e onde pequenas automações podem fazer muita diferença na rotina.

Capacidade de acompanhar o crescimento

Por fim, a melhor plataforma de e-commerce para iniciantes é aquela que acompanha o crescimento do negócio. Começar simples é importante, mas ter opções de evolução, sem precisar trocar de sistema ou refazer a loja inteira, traz mais segurança para quem está dando os primeiros passos.

Esses critérios ajudam a organizar a escolha e evitar comparações superficiais. Em vez de olhar apenas para listas de recursos, o lojista passa a avaliar como cada plataforma se comporta na prática: quanto custa começar, o quanto exige no dia a dia e como responde quando a loja começa a ganhar movimento.

Plataformas que permitem começar gratuitamente

Para quem ainda está validando a ideia e quer aprender com a loja funcionando antes de assumir custos fixos, as plataformas com plano gratuito costumam ser o primeiro passo. 

Elas permitem colocar a loja no ar, testar produtos e entender a rotina inicial do e-commerce com menos risco financeiro.

Nuvemshop

A Nuvemshop aparece com frequência quando surge a dúvida sobre qual a melhor plataforma de e-commerce para iniciantes, principalmente porque permite criar uma loja virtual do zero sem custo inicial.

O plano gratuito não tem cobrança mensal ou anual e permite trabalhar com produtos ilimitados, o que atende bem quem quer validar uma ideia e entender como a loja funciona antes de assumir um custo fixo.

Na prática, esse formato combina com quem começa com poucos produtos e divulgação simples, como redes sociais ou tráfego leve. Nesse momento, a loja vira um “laboratório” para observar pontos básicos, como:

  • Como os pedidos entram
  • Em que momento surgem dúvidas dos clientes
  • Onde as pessoas costumam desistir da compra

Esse período também ajuda a fazer ajustes que mudam o resultado mais do que parece: testar preços, melhorar a apresentação dos produtos e entender qual forma de pagamento deixa o cliente mais confortável para concluir a compra.

Quando a loja passa a receber mais visitas e pedidos com mais frequência, a necessidade de apoio aparece naturalmente. É aí que entra o plano Essencial da Nuvemshop, que custa R$ 69 por mês no plano mensal ou R$ 58,65 por mês na contratação anual (15% de desconto), totalizando R$ 703,80 por ano. 

Ele mantém os recursos do plano gratuito e libera funcionalidades importantes para quem começa a organizar melhor o dia a dia, como:

  • Acesso a mais de 60 layouts gratuitos
  • Mais de 20 opções de meios de pagamento integrados
  • Mais de 30 opções de envio integradas
  • Atendimento online e por e-mail
  • Até 30 usos de IA por mês

Para quem busca uma plataforma de e-commerce para começar, essa mudança raramente acontece só por números ou limites. Ela costuma vir de situações do dia a dia, quando o lojista percebe que não dá mais para “deixar passar”, como:

  • Visitantes que chegam ao carrinho e não finalizam
  • Pedidos que começam a se repetir
  • Mais mensagens e decisões do que dá para acompanhar manualmente

Quando a loja começa a receber visitas e os primeiros carrinhos abandonados aparecem, o desafio deixa de ser “colocar a loja no ar” e passa a ser não perder oportunidades simples.

Nesse ponto, muitos lojistas usam aplicativos compatíveis com a Nuvemshop desenvolvidos pela Empreender, empresa líder em desenvolvimento de apps compatíveis com a plataforma, visando ganhar agilidade sem aumentar a carga de trabalho.

O SAK ajuda a retomar conversas com clientes que chegaram perto da compra, usando o WhatsApp como canal natural de contato. Já o Lily Reviews entra em outro ponto sensível do início: mostrar que a loja é confiável, exibindo avaliações reais e reduzindo a insegurança de quem ainda não conhece a marca.

Na Nuvemshop, os primeiros pedidos ajudam o lojista a enxergar, na prática, o que precisa ser ajustado: seja na apresentação dos produtos, no fluxo de compra ou na forma de atender o cliente.

Por isso, a plataforma funciona bem quando a escolha envolve acompanhar a evolução da loja conforme ela começa a ganhar tração, algo que fica mais claro ao comparar os planos e recursos disponíveis.

Loja Integrada

A Loja Integrada costuma ser escolhida por quem procura uma plataforma de e-commerce para começar sem custo fixo, com liberdade para montar a loja no próprio ritmo e entender a dinâmica do negócio antes de investir.

No plano gratuito, é possível cadastrar até 50 produtos e receber até 5.000 visitas mensais, o que atende bem quem quer testar a loja, experimentar formatos e observar o comportamento dos primeiros visitantes antes de assumir um custo mensal.

Esse cenário é comum entre quem está criando a loja virtual do zero, mas já tem clareza do que pretende vender. A plataforma acaba funcionando como um espaço de construção, no qual o lojista organiza a base da loja aos poucos, cuidando de pontos essenciais como:

  • Organização de categorias
  • Definição de preços
  • Configuração de frete e meios de pagamento
  • Ajustes no layout conforme observa o comportamento dos visitantes

No uso prático, a Loja Integrada agrada quem prefere avançar com mais calma, testando estrutura e visual antes de pensar em aumentar o volume de vendas. 

O plano gratuito cumpre bem esse papel, mas seus limites começam a aparecer quando a loja passa a receber mais acessos e pedidos.

A partir desse momento, entra o plano Crescimento, que custa R$ 54 por mês no plano mensal ou R$ 516 na contratação anual (R$ 86 em até 6 vezes). Ele amplia os limites para 250 produtos e 25.000 visitas mensais, além de liberar recursos que ajudam a organizar melhor a rotina quando o catálogo cresce.

Nesse estágio, os desafios deixam de ser apenas “montar a loja” e passam a ser bem práticos. É comum, por exemplo:

  • Gastar muito tempo cadastrando ou ajustando produtos
  • Responder repetidamente perguntas sobre entrega
  • Atender clientes enquanto outras tarefas da loja continuam acontecendo

Para lidar com isso, alguns lojistas da Loja Integrada passam a usar apps compatíveis e confiáveis criados pela Empreender.

Por exemplo, o Automagico é usado quando atualizar produtos manualmente começa a tomar tempo demais. Já o Botão Zap facilita o atendimento, permitindo que o cliente chegue pelo WhatsApp já indicando o produto que estava vendo, tornando a conversa mais rápida e objetiva.

É nesse ponto que a evolução de plano passa a ser considerada como uma forma de manter a loja organizada à medida que a demanda cresce, para sustentar o crescimento sem complicar a rotina.

Plataformas com baixo custo inicial, mas não gratuitas

Alguns lojistas preferem começar já investindo um valor baixo por mês, em troca de menos limitações logo no início. Nesse modelo, o foco deixa de ser apenas testar a ideia e passa a ser vender desde os primeiros dias, mesmo com uma estrutura ainda enxuta.

Yampi

A Yampi oferece um modelo de entrada sem mensalidade, no qual o custo da plataforma é aplicado como taxa sobre as vendas. Esse formato permite iniciar a loja sem assumir um valor fixo mensal logo no começo.

O plano Basic é gratuito e possibilita começar sem mensalidade. Nesse nível, o lojista já conta com uma loja completa, cadastro ilimitado de produtos e um checkout transparente, ou seja, o cliente finaliza a compra na própria loja, sem ser redirecionado para outra página — o que ajuda a reduzir desistências no momento do pagamento.

Nesse plano, a taxa aplicada por pedido pago é de 2,5%. Como o custo está ligado às vendas realizadas, ele tende a ser mais previsível no início. Um exemplo simples ajuda a visualizar esse modelo: se a loja faturar R$ 1.000 no mês, a taxa será de R$ 25. 

Se o faturamento subir para R$ 5.000, esse valor passa para R$ 125. Assim, o investimento cresce conforme a loja vende mais, sem exigir um valor fixo antecipado.

Na prática, esse plano inicial é usado para observar diretamente o comportamento de compra, acompanhando pontos como:

  • Quais produtos despertam mais interesse
  • Em que etapa o cliente costuma desistir da compra
  • Se o processo de pagamento está simples o suficiente

Quando a loja passa a exigir mais controle e acompanhamento, entra o plano Essential, que custa R$ 47 por mês. Ele mantém a mesma lógica de cobrança do plano Basic, com taxa de 2,5% por pedido pago, mas adiciona recursos que ajudam a organizar melhor o dia a dia da loja. Entre os principais avanços do plano Essential estão:

  • Histórico maior de carrinhos abandonados, permitindo acompanhar tentativas de compra por mais tempo
  • Recursos de cashback, usados para incentivar recompra
  • Maior nível de personalização visual, incluindo customizações via código
  • Suporte via WhatsApp, facilitando a resolução de dúvidas conforme o volume cresce

Nesse estágio, surgem desafios comuns para quem ainda cuida de tudo sozinho, como responder clientes com rapidez, manter a apresentação dos produtos clara e aproveitar melhor o tráfego que já chega à loja.

Na Yampi, boa parte das decisões acontece olhando para o comportamento real de quem chega à loja: o que chama atenção, onde o cliente para e o que leva à compra.

Nesse contexto, muitos lojistas utilizam apps desenvolvidos pela Empreender para melhorar a apresentação dos produtos e aproveitar melhor o tráfego que já chega.

O 365 Artes, é uma opção que ajuda a destacar informações importantes nas imagens, como promoções ou últimas unidades, sem depender de designer. 

Já o Widget Instagram e o Widget TikTok aproximam conteúdo e produto, trazendo posts das redes sociais para dentro da loja.

Por isso, a plataforma se encaixa bem quando a prioridade é manter o custo alinhado às vendas, testando produtos e ofertas com mais previsibilidade financeira desde o início.

Aproveite e leia também: Como o checkout da Yampi ajuda a reduzir o abandono de carrinho

Cartpanda

A Cartpanda é uma plataforma focada no checkout, ou seja, no momento final da compra. Em vez de priorizar a construção completa de uma loja virtual, ela concentra seus recursos na etapa de pagamento, reduzindo o número de passos até a finalização do pedido.

O plano Básico é gratuito e permite utilizar o checkout por tempo indeterminado, com personalização simples. Esse plano costuma ser usado em testes iniciais, validação de produtos ou em situações que não exigem uma vitrine completa, como vendas diretas por links, anúncios ou afiliados.

Quando a venda começa a acontecer com mais frequência, entra o plano Light, que custa R$ 4,99 por mês e aplica uma taxa de 2,5% sobre as vendas em reais. Nesse plano, o checkout passa a ser transparente e de página única, concentrando todo o processo de compra em um só lugar.

Além disso, ficam disponíveis recursos pensados para aumentar o valor do pedido no momento da compra. O Order Bump permite oferecer um item complementar diretamente no checkout, enquanto o Upsell de 1-Clique possibilita apresentar uma oferta adicional logo após a compra inicial, sem que o cliente precise refazer o pagamento. Na prática, esse modelo é usado para acompanhar pontos como:

  • Quantas pessoas chegam até o checkout
  • Em que etapa o cliente desiste da compra
  • Se ofertas adicionais aumentam o valor médio dos pedidos

Em termos de custo, a lógica é simples. Se a loja faturar R$ 1.000 no mês, a taxa será de R$ 25, somada à mensalidade de R$ 4,99. Se o faturamento subir para R$ 5.000, a taxa passa a ser R$ 125, enquanto a mensalidade permanece a mesma. Assim, o investimento acompanha diretamente o volume de vendas.

Nesse tipo de estrutura, os desafios aparecem menos na organização da loja e mais em não perder oportunidades de compra. É comum, por exemplo, que um produto esgote ou que um visitante demonstre interesse, mas não conclua a compra naquele momento.

Para lidar com isso, alguns apps desenvolvidos pela  Empreender, servem como complemento à estratégia de venda direta.

O Cheguei adiciona o botão de “avise-me quando chegar” quando um produto fica indisponível e notifica o cliente assim que o estoque é reposto, ajudando a recuperar vendas que seriam perdidas.

Já o Ovni Influencers permite estruturar campanhas com influenciadores, UGC ou afiliados, definindo comissões ou valores fixos e acompanhando os resultados, algo compatível com lojas que utilizam links diretos para o checkout.

Conforme os resultados aparecem, é possível entender se esse formato continua atendendo bem a estratégia ou se faz sentido considerar mudanças para alcançar o próximo estágio.

Tray

A Tray é uma plataforma de e-commerce que oferece uma estrutura mais completa desde os planos iniciais, reunindo loja virtual, meios de pagamento, logística e integração com marketplaces em um único ambiente.

O plano Start custa R$ 19 por mês, com contratação apenas no formato anual, e permite trabalhar com produtos ilimitados. Ele já inclui uma loja virtual pronta para vender e recursos que costumam fazer diferença logo no começo:

  • SSL, que garante navegação segura e transmite mais confiança para quem está comprando
  • Integração com marketplaces, permitindo vender em outros canais sem precisar controlar tudo separadamente
  • Relatórios avançados, que ajudam a entender pedidos, faturamento e o que está funcionando na loja
  • Live shop nativa, que permite vender ao vivo dentro da própria plataforma, unindo conteúdo e compra no mesmo ambiente.

Além disso, nesse plano, há um limite de faturamento mensal de R$ 10.000, pensado para a fase inicial do negócio. A ideia é permitir que a loja entre no ar já com uma estrutura mais completa e o lojista observe, na prática, como funcionam pedidos, estoque e canais de venda antes de avançar para um plano sem teto de faturamento.

Dentro desse cenário, a Tray acaba sendo usada também por quem começa com dropshipping, modelo em que os produtos são vendidos sob demanda e enviados diretamente pelo fornecedor para o cliente final.

Para esse tipo de loja, alguns apps úteis são o Dropi e o Drop Digital, que ajudam a conectar fornecedores e trazer os produtos físicos e/ou digitais para dentro da sua loja sem estoque, sem complicações.

Conforme a loja ganha volume e clareza sobre o que vende melhor, os planos da Tray liberam mais recursos para acompanhar esse crescimento, mantendo a loja organizada e fácil de gerenciar no dia a dia.

Aproveite e leia também: Dropshipping digital na Tray: aprenda a revender infoprodutos na plataforma!

Bagy

A Bagy oferece, já no plano de entrada, produtos, visitas e usuários ilimitados. Esse modelo elimina a necessidade de lidar com limites técnicos no início e permite que a loja seja configurada com mais flexibilidade desde os primeiros passos.

O plano Impulso custa R$ 49 por mês na contratação mensal. Para quem prefere reduzir o custo inicial, existe também a opção anual, que baixa o valor para R$ 19 por mês no primeiro ano. Em ambos os formatos, o plano já entrega uma estrutura completa para colocar a loja no ar e começar a vender.

Na prática, o plano Impulso resolve várias dificuldades comuns de quem está criando a loja virtual do zero. Ele inclui, por exemplo:

  • Produtos, visitas e usuários ilimitados, evitando trocas de plano conforme a loja cresce
  • Integração com marketplaces, permitindo vender em outros canais sem pagar taxas extras
  • Tarifa zero por venda com a Vindi, ajudando a manter o custo previsível no começo
  • Atendimento humanizado via chat, importante para quem ainda precisa de apoio frequente
  • Integrações com frete e ERP, como Melhor Envio e Bling, facilitando a organização dos pedidos

A Bagy  tem recursos que muitos iniciantes só descobrem depois, como a sacolinha do Instagram, que conecta produtos da loja ao Instagram Shopping, ajudando quem começa a vender pelas redes sociais a levar o cliente direto para a compra.

Com a loja em funcionamento, o lojista passa a perceber outras necessidades no dia a dia.  Além de atrair visitas, fica mais importante divulgar produtos específicos com clareza e organizar melhor o que acontece depois da compra, sem precisar responder as mesmas perguntas o tempo todo.

É nesse ponto que os apps da Empreender complementam a Bagy. O app de Landing Page ajuda a criar páginas simples e diretas para divulgar um produto ou uma promoção, especialmente quando o tráfego vem das redes sociais. 

Já o Rastreio.net entra no pós-venda, mantendo o cliente informado sobre a entrega e reduzindo mensagens perguntando pelo status do pedido.

Esses recursos ajudam a deixar a rotina mais previsível e menos puxada, algo essencial para quem ainda cuida de quase tudo sozinho.

Com a loja em funcionamento, as decisões passam a ser guiadas pelo uso real: quais produtos recebem mais atenção, quais canais trazem pedidos e onde o lojista gasta mais tempo no dia a dia.

Aproveite e leia também: Passo a passo para adicionar avaliações na sua loja Bagy!

Wix

O Wix é um construtor de sites que oferece a possibilidade de adicionar recursos de venda, mas não foi pensado originalmente como uma plataforma de e-commerce. 

A estrutura da ferramenta prioriza a criação de páginas e conteúdo visual, com o e-commerce entrando como um recurso adicional.

O plano Inicial, que custa R$ 15 por mês, permite criar um site institucional com domínio gratuito no primeiro ano, mas não inclui funcionalidades de venda. 

Para começar a vender, é necessário migrar para o plano Essencial, que custa R$ 32 por mês. É a partir dele que o Wix libera recursos básicos de e-commerce, permitindo criar um catálogo de produtos e aceitar pagamentos online. Nesse plano, o lojista passa a contar com funcionalidades como:

  • Páginas de produto e de categoria, com possibilidade de criar variações simples
  • Pagamentos online e criação de pedidos manuais
  • Descontos automáticos e pré-encomendas, úteis para campanhas pontuais
  • Recuperação de carrinhos abandonados, para relembrar clientes que não finalizaram a compra
  • Notificações simples de estoque, ajudando a evitar vendas de produtos indisponíveis

Na prática, esse conjunto atende lojas com poucos produtos e baixa complexidade, em que o site e a apresentação visual têm peso semelhante à venda em si.

Conforme a loja cresce e a venda passa a exigir mais controle de pedidos, integrações e automações, o próprio uso do Wix ajuda a deixar claro quando essas demandas começam a ultrapassar o que o plano básico de e-commerce oferece.

Como escolher a melhor plataforma de e-commerce para iniciantes

Ao observar preços, modelos de cobrança e limites, fica claro que a resposta para qual a melhor plataforma de e-commerce para iniciantes depende menos do nome da ferramenta e mais do contexto do negócio e do momento de quem está começando.

Empreendedores individuais, que ainda cuidam de tudo sozinhos, tendem a se beneficiar de planos gratuitos ou de baixo custo, que permitem aprender com a loja em funcionamento sem assumir um compromisso financeiro alto logo no início. 

Já quem começa com uma estratégia mais definida — seja por já ter público, produtos validados ou canais de venda ativos — pode preferir investir um pouco mais desde o começo para evitar limitações precoces.

Em todos os casos, a plataforma precisa cumprir um papel essencial no início: compensar a falta de equipe. Isso significa facilitar o cadastro de produtos, simplificar o atendimento, organizar pedidos e reduzir erros no dia a dia — pontos que, segundo o BigDataCorp, já impactaram uma parcela relevante dos e-commerces brasileiros.

Por isso, mais do que buscar “a melhor plataforma”, o caminho mais seguro é entender como cada opção se comporta no início, quais custos aparecem primeiro e como a ferramenta acompanha o crescimento sem exigir mudanças bruscas. A tabela abaixo ajuda justamente nessa comparação prática, lado a lado

PlataformaPlano inicialCustoModelo de cobrançaPrincipais limitesFoco do plano inicial
NuvemshopGratuitoR$ 0Mensal fixo (opção anual)Recursos mais simples no plano freeColocar a loja no ar e observar os primeiros pedidos
Loja IntegradaGratuitoR$ 0Mensal ou anualLimite de produtos e visitasEstruturação da loja e organização do catálogo
YampiBasicR$ 0Taxa por venda (2,5%)Custo cresce conforme faturamentoVenda com custo proporcional ao resultado
CartpandaBásicoR$ 0Mensal + taxa por vendaFoco no checkoutFinalização de compra e conversão
TrayStart (anual)R$ 19/mêsMensal ou anualLimite de faturamento no inícioEstrutura mais completa desde o início
BagyImpulsoR$ 49/mês (ou R$ 19/mês anual)Mensal ou anualSem limites técnicos no planoLiberdade de cadastro e canais
WixEssencialR$ 32/mêsMensalRecursos básicos de e-commerceVenda integrada a um site institucional

Conforme a loja sai do plano inicial e passa para um plano pago, começam a surgir desafios bem práticos, independentemente da plataforma escolhida. O lojista passa a perceber que não é só uma questão de vender, mas de não perder vendas, ganhar tempo e organizar melhor o dia a dia.

É nesse momento que os apps da Empreender passam a fazer sentido. Eles entram como complemento aos planos pagos porque ajudam justamente onde a rotina começa a pesar: lembrar clientes que quase compraram, facilitar o atendimento, organizar produtos, acompanhar entregas e deixar a apresentação da loja mais clara. 

São ajustes simples, mas que fazem diferença quando o volume aumenta e o lojista ainda cuida de tudo sozinho.

Assim, o plano pago deixa de ser apenas um aumento de limite ou de recursos técnicos. Ele passa a sustentar melhor o dia a dia da loja, com apoio de ferramentas que ajudam a reduzir retrabalho e dar mais clareza às decisões conforme o negócio evolui.

Conheça todos os apps desenvolvidos pela Empreender e avalie quais fazem sentido para o momento atual da sua loja, conforme os desafios que já aparecem no seu dia a dia.